
Com o aumento dos problemas ambientais relacionados à poluição proveniente de indústrias, falta de tratamento de esgoto, desmatamento, etc, os órgãos ambientais fiscalizadores vem aumentando sua atuação em empreendimentos que tem potencial poluidor.
A falta de licenciamento ou o não cumprimento de exigências realizadas pelo órgão ambiental podem causar autuações e em casos mais graves até multas.
Trabalhando no sentido de proporcionar aos seus clientes agilidade e transparência no processo de licenciamento ambiental junto aos órgãos competentes, a Tega Ambiental conta com equipe especializada, com mais de 10 anos de experiência e centenas de trabalhos realizados na área ambiental para diversos empreendimentos e segmentos industriais.
Dentre os serviços executados, pode-se citar o case da Álcool Ferreira S/A (empresa do Grupo Copperalcool). Num prazo de 60 dias foi elaborada toda a documentação técnica necessária para solicitação junto à CETESB referentes a renovação da Licenças de Operação e ao pedido de Licença Prévia e de Instalação para a área ampliada do empreendimento.
De acordo com o gerente da unidade, o Sr. João Ronchezelli, os trabalhos desenvolvidos pela Tega Ambiental atingiram plenamente as expectativas, principalmente com relação aos prazos acordados, qualidade do atendimento e no acompanhamento do processo junto ao órgão ambiental até a obtenção das licenças requeridas.
Devido à escassez de água se faz cada vez mais necessário o uso racional e controlado dos recursos hídricos. O DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica) no estado de São Paulo é o órgão responsável pelo controle do uso de recursos hídricos. De um modo geral, os usos podem ser identificados como:
A equipe da Tega Ambiental conta com profissionais habilitados e capacitados para realização dos processos de outorga junto ao DAEE.
No processo de outorga realizado para o Posto Bandeirantes Limeira LTDA, foi requerida a licença para o uso de água a partir de um poço tubular profundo para lavagem de veículos automotores, para tanto, realizaram-se testes de bombeamento, obras de melhoria no poço e organização de toda a documentação técnica para protocolo na DAEE.
Com a outorga emitida, o cliente pôde utilizar a água proveniente do poço e reduzir o consumo de água da rua, apenas para se ter uma idéia, é cobrado pelo DAEE um valor de R$ 0,01/m³ de água captada, enquanto que o custo da água proveniente da rede de abastecimento do município fica em torno de R$ 2,10/m³. De acordo com o gerente do posto, o Sr Cláudio Sterzo Junior, levou-se em torno de 10 meses para amortização do investimento para regularização do poço perante ao DAEE.
A necessidade de tratamento dos esgotos sanitários e industriais vem cada vez mais exigida pelos órgãos fiscalizadores tanto para as indústrias, como para os municípios.
Para que sejam alcançados os padrões de lançamento estipulados na legislação vigente, são necessários tratamentos cada vez mais eficientes com operação cada vez mais especializada.
A Tega Ambiental atua em projetos e execução de estações de tratamento de esgoto sanitário e industrial até o gerenciamento, terceirização da operação e fornecimento de produtos químicos. O know-how da TEGA AMBIENTAL está na otimização e automação dos processos envolvidos no tratamento visando a redução de custos e aumento da qualidade do efluente tratado.
O Rodoposto Turmalina Ltda (posto da Rede Graal) possui estação de tratamento de efluentes (ETE) operada pela TEGA AMBIENTAL, o grande diferencial implantado nesta ETE foi a implantação de programa de manutenção preventiva em equipamentos e melhoria no processo de automação dos mesmos, estas mudanças acarretaram na redução dos gastos com manutenção, maior facilidade na operação, e por conseqüência melhorias na qualidade do efluente tratado.
Atualmente as indústrias cerâmicas empregam o sistema de tratamento físico químico por batelada do efluente gerado em seu processo, o qual tem como destinação final a aspersão sobre as estradas rurais e o próprio pátio da empresa, sendo que algumas já utilizam no processo de limpeza fabril ou dispersão sobre a massa cerâmica, mas enfrentam vários problemas na utilização desta água de reuso, tais como entupimentos de tubulações e bico de aspersões, odor desagradável e falta de qualidade.
Com esse desafio de automatizar o sistema, transformando em processo continuo aliado à qualidade final da água de reuso, a TEGA Ambiental desenvolveu junto ao corpo técnico da Cerâmica INCEFRA, unidade de Cordeirópolis, maior produtora nacional de revestimentos, a instalação de uma ETAR (Estação de Tratamento de Água para Reuso) primeira neste conceito na America Latina, visando o reaproveitamento em lavagem de equipamentos, dispersão a massa, irrigação de jardins e fonte de abastecimento para um lago.
O projeto foi contemplado com um sistema de gradeamento, para retirada de particulados grosseiros e após 2 tanques de recebimento e equalização, capaz de armazenar 24 horas de geração de efluente bruto, no qual sua principal função é de homogeneizar as constantes variações do efluente gerado. Por bombas pneumáticas com reguladores de vazão, este efluente é enviado ao sistema de dosagem automático por bombas de fluxo hidráulico, no qual é injetado coagulante inorgânico, alcalinizante e polímeros orgânicos, sendo que é forçada a floculação no sistema de mistura rápida em tubos.
Foram desenvolvido dois decantadores circulares de fluxo ascendente, no qual tem a finalidade de receber o efluente floculado, separando a fase solida da liquida, no qual a água tratada é retira pela superfície e o lodo pela parte inferior do cone. Seu tempo de detenção foi calculado para uma vazão máxima diária de 320 mil litros, sendo que opera com 140 mil litros diário.
Feita a separação de fases, o lodo é enviado a um tanque com agitação no qual funciona como pulmão para o filtro prensa, no qual gera raspa com teor de 25% de umidade, sendo que a água volta ao inicio do processo. A água tratada passa por tanques de polimento e aeração no qual tem a finalidade de reduz a DBO / DQO em padrões de lançamentos e oxidar possível contaminante que provocam odor na água residuaria.
Após esta etapa a água é bombeada ao sistema de filtragem composto por um equipamento de leito misto, um de carvão ativado e outro de abrandagem, reduzindo a dureza da água. Na etapa final também a aplicação de luz de UV, para a esterilização de bactérias, algas e fungos, proveniente do sistema, sendo que uma parcela desta água será utilizada num lago artificial, que servirá como indicador biológico e a grande parte no processo fabril, para a limpeza de equipamentos, aspersão e futuramente sanitários. O projeto foi concebido para atender o reuso de 100% da água gerada, aplicando com parâmetros iguais a água servida pelo poço tubular profundo.
O projeto visou atender também as normas de segurança do trabalho, exigindo o mínimo possível da manipulação de produtos químicos por operadores, alem de trabalhar o aspecto visual e pratico, com os equipamentos instalados em linhas, facilitando a manutenção.
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